DUPLO SONETO CHATO (à inglesa)
depois de Guilherme Figueiredo Reflito sobre meus atos, E digo a mim mesmo: -Eu sou chato! Como é cruel este retrato!
depois de Guilherme Figueiredo Reflito sobre meus atos, E digo a mim mesmo: -Eu sou chato! Como é cruel este retrato!
Alguma coisa sempre desaparece: A esperança de que a sorte nos bafeje, O sonho, o amor, a beleza, Os velhos amigos,
A manhã invadiu o quarto pelas frestas da janela, E envolveu-te em uma nuvem de luz. Eu, que ainda estava na
A sincera Cristina Carneiro Descobriu que o medonho capeta Domina já o mundo inteiro, E faz gato e sapato do planeta.
Hale-Bopp, o cometa, É um astro peculiar, Que vi surgir do nada, Como uma faísca errante, E resplandecer, coroado, No céu
Apesar de decorativo objeto, Não sou inútil derivativo. Sou ser ativo, tenho meu papel, E vos lembro que sou recreativo. Como
Bem vinda sempre serás, Onde quer que te encontres. Se partes, deixas saudades. És bem vinda ao retornares. Arribando ou partindo,
Somos assim, dois astros: Cometa e estrela. Eu, que sou cometa, Longe de ti me apago; E na noite escura e
Mil novecentos e sessenta e seis: Conheci a Vera Sabino. Mil novecentos e setenta e seis: A última vez que nos
Há, nalgum secreto lugar, Dentro de nosso corpo, Algo que não percebemos, Manifestando-se todo tempo. Assoma nossos sentidos, Vez por outra,
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