O relógio doze vezes soou
O relógio doze vezes soou, Um novo ano então começou. Estou entre pessoas queridas E alguns amigos verdadeiros. Porque
O relógio doze vezes soou, Um novo ano então começou. Estou entre pessoas queridas E alguns amigos verdadeiros. Porque
Pitanga e Musselino São amigos sem iguais Dos bordéis e lupanares. “Pito, cachaça e mulheres”, Comenta-se nestes locais, “Não há do
Amor de iguais, é o que pretendo. com dúvidas para serem dirimidas, dores para serem aplacadas e para ser partilhado com
Teus olhos são dois lagos de mel, Gotejando doces encantos. Sumo delicado de estranhas propriedades. Inebriante, faz-me perder o sono; Me
Nos velhos tempos, quando tudo era farto -Tempos de sucessos. E havia esperança de que o mundo seria melhor, -Tempos de
Parti de terra segura, E escolhi um mar como estrada. O horizonte é meu destino. Não olhei para trás. Certo de
Verdade e realidade, Decerto ninguém as tem, Por fé ou unanimidade, Real é vero se convém. O saber é árdua conquista

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