O relógio doze vezes soou
O relógio doze vezes soou, Um novo ano então começou. Estou entre pessoas queridas E alguns amigos verdadeiros. Porque
O relógio doze vezes soou, Um novo ano então começou. Estou entre pessoas queridas E alguns amigos verdadeiros. Porque
Têm-se regras para tudo! Cumpra-se a lista de tarefas, Siga-se sempre o roteiro, Do compêndio das rotinas. Tais normas do vademecum
Dois companheiros, precisando de dinheiro, Ao vizinho peleteiro, venderam A pele de um urso ainda vivo, Mas que logo o matariam,
Procura-se um sentido aos fatos; Pela aparência – como quer Santo Agostinho – Pela intenção e pela coerência? Procura-se dar sentido
O pote de ferro propôs Ao pote de barro uma viagem. Este recusou, Dizendo que seria mais sábio Ficar ao pé
Por onde andas? Em que estrela te escondes? Porque não me respondes? E me deixas com saudades? Oh! mar com suas
Há uma linha que divide O sonho do real; E não sei em que lado está A fantasia e a verdade.

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